Cabaret Amélia

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Cabaret Amélia, s.m.  refúgio das almas boémias, perdidas, poéticas e inquietas. Onde se servem os unguentos para estas maleitas. (Do imaginário CDA)

Local onde o pecado não tem perdão, porque não é o perdão que se procura.

Almas trocam de corpo para tornar possível o amor. O movimento dos olhares e das bocas se funde com as palavras que tivemos medo de dizer. O que sempre esteve oculto é, pelo calor do espaço, destilado.

Abrigo de onde ninguém sai igual ao que entrou, porque os corpos se confundem com a dança.

Não vale a pena tentar descobrir se foi um sonho, a memória desta noite permanecerá, seguramente, impregnada na realidade.

- ENTRE!

 


 

Textos: Antônio Barahona, António Gedeão, Fernando Pessoa, Jorge Sousa Braga, Millôr Fernandes

Criação e Encenação: António Terra

Co-criação: Pedro Giestas

Interpretação: Pedro Giestas e Sandra José

Voz: Marta Plantier

Músicos: Marcos Alves / Carlos Silva

Elenco de apoio: Lara Carrasquinho e Maria Ferraz

Espaço Cénico: António Terra e Hugo Merino Ferraz

Desenho de Luz: Sérgio Gaspar

Figurinos: Sofia Lima

Apoio Coreográfico: Inês Afflalo

Design Gráfico: Ana Moreira

Captação e Edição de Imagem: Adriano Mendes

Fotografia: Adriano Mendes e Sofia Lima

Costureira: Etelvina Ferreira

 

Agradecimentos: Luís Viegas pela disponibilidade e pela formação essencial, Pedro Miguel Santos Melo pela simpatia, disponibilidade e pelo empréstimo imprescindível, Adriano Mendes pela visão e colaboração, DC Connect pela cooperação constante, Abel Rodrigues por todo o trabalho.

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